E se eu te falar de pânico,
Em prantos indizíveis assustadores,
Em noites em claro, de puro escuro?
Me recuso a falar das tempestades,
Que navego abismo adentro por
Carecer de traduções literais...
Além do mais não se traduzem sensações,
De frio eterno, de distância imensurável
E silencio.
Eis o oculto, esparramado na praia,
No céu azul, no trânsito do sol,
No verde... no verde.
Vamberto Pires.
16 de Janeiro de 2011.
domingo, 16 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Um Taxi Para Sofia
Sou tua ambígua inquietação,
Um misto de incômodo e
Satisfação...
Sou teu sorriso forçado e
Tua gargalhada descontrolada
E as vezes teu prazer silente.
Sou teu apoio para tudo,
Teu amigo incompreendido...
Sou o taxi para Sofia.
(No seu Mundo semi-novo.)
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