Pisando
descalço nestes antigos calçamentos,
Olhando
históricas árvores adoecidas nesta
Tão
obscurecida cidade...
Aspirando
o ar fétido dos rumores de Brasília,
Enquanto
sombras rastejam procurando sair
Das
sarjetas para nossos lares...
Olhando
o céu límpido de dezembro, reflito
Nos
caminhos escolhidos por todos nós e
Vejo
o mundo contorcendo, autoflagelando.










