quinta-feira, 21 de março de 2013

Dobrando à Esquerda no Caminho para Casa


                               








I

Sabe ouvir e calar, num estridente silêncio.
E na retina vejo gravada a enigmática esfinge,
Distante e difusa luz de mercúrio... torpor.

Apenas nas brisas ouço tais elucidações,
Que diriam estas aberturas de vidro,
Captando um sem fim de pensamentos?

 Há milhares de peças espalhadas,
 Artefatos de antigas dinastias,
 Argila para novos moldes...

 E essa chuva que nunca vem,
 No dia que nunca termina,
 No porvir que nunca chega.
(  Veja, em alto mar a calmaria...  torpor.)

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