Enquanto puxo teus cabelos e me
transfiro
Pelo olhar para teu mundo...
Se eu te falar dos ventos velozes,
Que varrem o verão, e às vezes
Trazem chuva...
Se eu te falar das curvas, enquanto
passeio
Os dedos pelo teu branquíssimo
território,
E sorrindo tu me entregares tuas
verdades...
Então, em profundo silêncio,
respirando
Teu hálito, irei no éter dizer teu
nome,
Absinto, absinto...
( Nada dizes. )

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