segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Bairro do Farol

Nos caminhos flores despedaçadas,
Tão óbvio que fechei os olhos e no
Escuro vi um sorriso partindo...

Não entendo estes destroços que fiz,
São reminiscências ou sinais deixados
No caminho por onde fui...

No horizonte nasce novamente o sol,
Insone e silente divago na penumbra
Que se vai...

Escrevo uma carta com nossos
Símbolos e como todo o resto
Nada será lido.
( No bairro do farol arrasto minhas correntes.)

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