Minhas rotas buscam
o oeste,
Onde as tempestades
elevam
As ondas em fúria
azul…
São marcas
sensoriais milenares,
Pulsando nas marés
que se deitam
Nas praias silentes
e pensativas…
E no azul
inconstante, irrestrito,
Vão se desfazendo
os tempos,
Doces palavras que
não digo mais…
Ouço o som de tua
voz cantada,
Acordes de uma luz
mirífica,
Tons de cinza e
verde, silêncio.

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