De quando as árvores quietas olham o asfalto.
De quando o aço não retine.
De quando as gargalhadas sarcásticas não estão.
De quando a lamentação engasga.
De quando o cachorro da rua sorri.
De quando a chuva da tarde vem.
Das entrelinhas das ondas.
Da pausa antes do solo.
Mas o coração, esse não para, é um triste trovador.
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