Em
batimentos cardíacos desconcertantes,
As vezes
tontos e extasiados,
Como
seriam as manhãs de sol
Daqueles
distantes planetas
Cujos
nomes nem ousamos dizer?
Nem sei
que direção seguir,
Quando
olhando este horizonte azul
Me perco,
em maravilhas que
Vislumbro
além e calado vou sorrindo,
Planando
na leveza desta feição que
Me fitando
mostra borboletas coloridas...
Não me
queixo destas turbulências,
Que
limitam as altitudes dos que sonham,
Pois dos
momentos tão eternos, destes
Voos
sincronizados, ficam inapagáveis
Melodias
nas harmonias diáfanas do ser.

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